segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Machu Picchu

Machu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - Peru
Machu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - Peru
Machu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - Peru
Machu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - PeruMachu Picchu - Peru
Machu Picchu, um álbum no Flickr.
Mais fotos no flickr de Machu Picchu !


"Machu Picchu é a mais velha conhecida ruína inca, porém pouco se sabe de sua história. Nada é mencionado nas crônicas dos conquistadores espanhóis. Conta-se que a cidade foi poupada porque não sabiam de sua existência. Por isso ela durou ainda uns séculos mais.
O sítio foi descoberto pelo historiador americano Hiram Bringman em 24 de julho de 1911. O sítio diferia muito do que hoje conhecemos. Estava coberto pela floresta. Machu Picchu foi também um grande centro de estudos, onde se ensinava Astronomia, Agronomia, Medicina e Arquitetura. Por isso, é considerada a primeira Universidade das Américas. Muitos esqueletos foram encontrados, sendo 80% de mulheres. Uma recente teoria diz que era a cidade das mulheres escolhidas do Inca e que já estava vazia quando os espanhóis chegaram na região. Isto explica porque não foi mencionada pelos conquistadores."  - (http://wikitravel.org/pt/Machu_Picchu#b)

Esse lugar é incrível, o que mais chama atenção é a tecnologia utilizada na época. O povo inca era sinceramente admirável! Dedicados em descobertas astrológicas, técnicas agrícolas, construtivas e buscas espirituais se instalaram a 2.500 metros de altitude, na Cordilheiras dos Andes, isso sim que é vencer obstáculos, eternizar.

Espero que meus registros demonstrem um pouquinho da riqueza cultural e natural desse povo! Mas fica a dica: bom mesmo é pisar ali e sentir de perto a emoção de ser, estar!

Beijoabraço!
:*

sábado, 15 de outubro de 2011

MAKING OFF MÁRCIA

MAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIA
MAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIA
MAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIAMAKING-OFF MÁRCIA

MAKING OFF MÁRCIA, um álbum no Flickr.

Galera, tá ai mais fotos editadas com o lightroom, do making off de um casório que fiz. Ai, como estou amando esse programa!

Tá ai noivinhas, o DIA tão esperado!
Beijooooabraço
bomfinaldesemana!

Lima - Peru

Lima - PeruLima - PeruLima - PeruLima - PeruLima - PeruLima - Peru
Lima - PeruLima - PeruLima - PeruLima - PeruLima - PeruLima - Peru
Lima - PeruLima - PeruLima - PeruLima - PeruLima - PeruLima - Peru
Lima - PeruLima - PeruLima - Peru

Lima - Peru, um álbum no Flickr.

Gente, comecei a usar um programa que muitos já diziam ser muito bom para edição de fotos, o lightroom. Fiz tudo isso sozinha, de primeira e adorei o resultado! A edição deu vida as fotos e me fez enxergar uma LIMA diferente.

Entrem lá ;)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Peru

Peru - Trem para Machu PicchuPorto Maldonado - PeruPorto Maldonado - PeruPorto Maldonado - PeruPorto Maldonado - Peru

Peru , um álbum no Flickr.

Mais fotos no flickr!!!
Entrem!!!!!!!!!!!

sábado, 8 de outubro de 2011

Ah se meus olhos tirassem foto! Ops, eles tiram!

Lembro que o meu primeiro contato com a fotografia foi desde muito nova. Minha mãe fazia álbuns e álbuns da minha vida contando nossas historinhas e ilustrando com as fotos. A fotografia me fazia (e faz) imaginar momentos que não lembro de ter vivido, mas estava lá, fazendo caretinhas e poses variadas.

Ainda criança  (8 anos), fizemos a primeira grande viagem da família para Vitória e Guarapari – Espírito SantoCom essa idade já tinha memória fotográfica, recordo nitidamente a viagem pelos lugares onde passei, não queria perder nada, todas as paisagens, todas as pontes, o mar, ah o mar! Essa memória cresceu tanto que eu passava a identificar os livros didáticos pelas páginas e fotos dos assuntos. Os de história eram os meus preferidos, viajava naquelas imagens, me tele-transportava.

Até os dezesseis anos meus olhos que tiravam fotos, as máquinas analógicas eram caras. Crianças, muito menos adolescentes, não podiam ficar brincando com elas por ai, queimava o filme e já viu, perdia todas as fotos (bronca na certa). Quando fiz dezesseis, meu pai ganhou uma máquina digital de 3.2 mega pixels, me descobri naquele aparelhinho simultâneo. Era maravilhoso ter a possibilidade de registrar tudo que os meus olhos enxergavam. Guardar os momentos e futuramente, voltar e revive-los, era um sonho se realizando.


Desde então a minha paixão por fotografia foi se aprofundando. Comecei a fazer dessa prática uma autobiografia, conseguia me encontrar em cada detalhe sutil e despercebido dos momentos. Como foi prazeroso descobrir minha forma de ver o mundo e me satisfazer com isso. A paixão pelos registros me ajudou na escolha do curso de arquitetura, amava ver a cidade, perceber como as pessoas se comportavam nos espaços que elas ocupavam, tanto públicos quanto privados.

A arquitetura me ajudou a entender cada elemento daqueles espaços meus, criados simultaneamente por cliques rápidos e decisivos. A partir de então não me vejo sem meus olhos mágicos, minhas “máquinas”, companheiras inseparáveis, reprodutoras da menina dos meus olhos, do meu EU mais profundo, mais sensível, silencioso, simbólico.
Enfim, ainda me sinto tão viva e enquanto viver, deixarei minhas marcas, na esperança de eternizar, aos que eu mais amo, o meu sincero existir.

(...)E de repente, sim, ali estava a coisa verdadeira. Um retrato antigo de alguém que não se conhece e nunca se reconhecerá porque o retrato é antigo ou porque o retratado tornou-se pó. (…) Para se ter uma visão, a coisa não precisava ser triste ou alegre ou se manifestar. Bastava existir, de preferência parada e silenciosa, para nela se sentir a marca. Por Deus, a marca da existência… É que a visão consistia em surpreender o símbolo das coisas nas próprias coisas. (…) Clarice Lispector em Perto do coração selvagem [Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986].


Lana Costa