quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Peru

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Peru , um álbum no Flickr.

Mais fotos no flickr!!!
Entrem!!!!!!!!!!!

sábado, 8 de outubro de 2011

Ah se meus olhos tirassem foto! Ops, eles tiram!

Lembro que o meu primeiro contato com a fotografia foi desde muito nova. Minha mãe fazia álbuns e álbuns da minha vida contando nossas historinhas e ilustrando com as fotos. A fotografia me fazia (e faz) imaginar momentos que não lembro de ter vivido, mas estava lá, fazendo caretinhas e poses variadas.

Ainda criança  (8 anos), fizemos a primeira grande viagem da família para Vitória e Guarapari – Espírito SantoCom essa idade já tinha memória fotográfica, recordo nitidamente a viagem pelos lugares onde passei, não queria perder nada, todas as paisagens, todas as pontes, o mar, ah o mar! Essa memória cresceu tanto que eu passava a identificar os livros didáticos pelas páginas e fotos dos assuntos. Os de história eram os meus preferidos, viajava naquelas imagens, me tele-transportava.

Até os dezesseis anos meus olhos que tiravam fotos, as máquinas analógicas eram caras. Crianças, muito menos adolescentes, não podiam ficar brincando com elas por ai, queimava o filme e já viu, perdia todas as fotos (bronca na certa). Quando fiz dezesseis, meu pai ganhou uma máquina digital de 3.2 mega pixels, me descobri naquele aparelhinho simultâneo. Era maravilhoso ter a possibilidade de registrar tudo que os meus olhos enxergavam. Guardar os momentos e futuramente, voltar e revive-los, era um sonho se realizando.


Desde então a minha paixão por fotografia foi se aprofundando. Comecei a fazer dessa prática uma autobiografia, conseguia me encontrar em cada detalhe sutil e despercebido dos momentos. Como foi prazeroso descobrir minha forma de ver o mundo e me satisfazer com isso. A paixão pelos registros me ajudou na escolha do curso de arquitetura, amava ver a cidade, perceber como as pessoas se comportavam nos espaços que elas ocupavam, tanto públicos quanto privados.

A arquitetura me ajudou a entender cada elemento daqueles espaços meus, criados simultaneamente por cliques rápidos e decisivos. A partir de então não me vejo sem meus olhos mágicos, minhas “máquinas”, companheiras inseparáveis, reprodutoras da menina dos meus olhos, do meu EU mais profundo, mais sensível, silencioso, simbólico.
Enfim, ainda me sinto tão viva e enquanto viver, deixarei minhas marcas, na esperança de eternizar, aos que eu mais amo, o meu sincero existir.

(...)E de repente, sim, ali estava a coisa verdadeira. Um retrato antigo de alguém que não se conhece e nunca se reconhecerá porque o retrato é antigo ou porque o retratado tornou-se pó. (…) Para se ter uma visão, a coisa não precisava ser triste ou alegre ou se manifestar. Bastava existir, de preferência parada e silenciosa, para nela se sentir a marca. Por Deus, a marca da existência… É que a visão consistia em surpreender o símbolo das coisas nas próprias coisas. (…) Clarice Lispector em Perto do coração selvagem [Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986].


Lana Costa

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Pintar com cuspe é mais bonito!

Porquê você gosta de Aquarela?

A pergunta é frequente e a resposta vem se evoluindo. Na primeira vez que respondi, a pergunta não era bem essa. Não sabia nem o que era aquarela. Queria mesmo era pintar igual ao coleguinha, mas meu lápis não molhava com cuspe. Quem já não molhou a ponta do lápis de cor quando criança? O desenho saia mais bonito que os outros. Minha mãe não entendia isso.

Descobri o lápis de cor aquarelável no primeiro período de Arquitetura.  Cirineu de Almeida pediu um estojo da Caran d’Ache mais eu ainda não estava nesse nível. Fiz meus primeiros ensaios ainda com a técnica do cuspe, agora utilizando água. Comprei a rede mais não sabia pescar.

“Não sou Tai mais quero tentar”. Coloquei isso na cabeça na aula de CRIA (Introdução ao processo criativo) com Saida Cunha e Tai Hsuan-Na.  A aula era somente uma noção de aquarela onde aprendíamos a dominar a mancha. De lá pra cá venho tentando. Errando e dando a volta por cima. Porque aquarela para mim é como a vida. Feita de manchas. Algumas boas, outras ruins. Viver é saber contornar as manchas ruins e ter a sensibilidade de tirar partido. Acaba virando arte. A arte de viver.

Penso que Lá na frente. Já velhinho a gente, já calejado de errar, erra de propósito. Assim mesmo sem se preocupar. Dar a volta por cima já não é novidade. Aprender errando é muito melhor. E pintar com cuspe é mais bonito!

Alexandre Gonzaga


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Suco Power!

Então galera! Pra fechar com chave de ouro a receita do misto nada melhor que um suquinho para acompanha-lo.

Como o Alexandre é viciado em suco, decidimos fazer um caderno de receitas (para as gerações vindouras) com nossas melhores façanhas.
A primeira receitinha surgiu depois de muitos anos de misturebas, todos aqui em casa aprovaram, inclusive o Sr. Gonzaga. Então decidimos compartilhar com vocês.

Suco Princesa.(by Alexandre)


Ingredientes:
-1 polpa de manga
-1 polpa de abacaxi
-1potinho de iogurte de morango
(pode ser light viu gente?)


Modo de preparo:
Bate tudo no liquidificador com 400ml de água.


Adoçar a gosto. 


Primeira página do Caderno.
faltou gelo nessa, mas ficou boa!


Ps: Aceitamos receitas novas para o nosso caderno ok? Vamos fazer uma enquete!!! O melhor misto e suco serão feitos, fotografados, e premiados! 


By Lana Costa

BLOG DO BRAULIO: MISTO QUENTE

BLOG DO BRAULIO: MISTO QUENTE:
'via Blog this'

Gente que honraaaa!!! O Blog do Bráulio divulgou nosso misto!
Vale o clique diário no Blog do nosso "ex-atual-professor" que se dedica muito em publicações interessantes!
Obrigada Bráulio, é um prazer estar no seu blog! Abração!

By Lana Costa

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

UM MISTO QUENTINHO SAINDO DO FORNO

Um misto-quente é um sanduíche quente, preparado à base de queijo e presunto, os quais são inseridos entre duas fatias de pão (geralmente pão de fôrma). O aquecimento pode ser realizado em frigideira, forno convencional, forno de micro-ondas, prensa térmica ("misteira"), ou ainda por banho-maria. É um sanduíche muito popular no Brasil.
No Rio Grande do Sul, o misto-quente é conhecido como torrada.
↑ OLIVEIRA,Alberto Juvenal de. Dicionário gaúcho: termos, expressões, adágios, ditados e outras barbaridades. Editora AGE, 2002. 2ª ed. 277 páginas. Página 258. ISBN 9788574970929.

O nosso misto quente é diferente! A gente gosta de mudar a receita. Só pra contrariar, variar é nosso lema. Dai vem o “misto”. O “quente” “eu não posso te falar”!! Fica em off.

Mas enfim! Para inaugurar o blog lancemos uma enquete! Culinária é um dos ingredientes do nosso misto quente.  Qual a sua receita de misto quente? Não vale ser tradicional!. Fica a dica! Abraço a todos e sejam bem vindos!




(Por Alexandre Gonzaga)